QUER QUEIRAM, QUER NÃO… É ESTA A REALIDADE!

29 06 2008

Há uns dias uma ilustre colega enviou-me este texto que, não sabendo o seu autor, acho absolutamente genial, pois apesar de uns laivos de humor à mistura, o que é facto é que é absolutamente real. No final tem um desafio aos visitantes deste post.

Então é assim:

Situação: O Pedro está a pensar ir até ao monte depois das aulas, assim
que entra no colégio mostra uma navalha ao João, com a qual espera poder
fazer uma fisga.
Ano 1978: O director da escola vê, pergunta-lhe onde se vendem, mostra-lhe a
Sua, que é mais antiga, mas que também é boa.
Ano 2008: A escola é encerrada, chamam a Polícia Judiciária e levam o Pedro
para um reformatório. A SIC e a TVI apresentam os telejornais desde a porta da
escola.

Situação: O Carlos e o Quim trocam uns socos no fim das aulas.
Ano 1978: Os companheiros animam a luta, o Carlos ganha. Dão as mãos e
acabam por ir juntos jogar matrecos.
Ano 2008: A escola é encerrada. A SIC proclama o mês anti-violência
escolar, O Jornal de Notícias faz uma capa inteira dedicada ao tema, e a TVI
insiste em colocar a Moura-Guedes à porta da escola a apresentar o telejornal,
mesmo debaixo de chuva.

Situação: O Jaime não pára quieto nas aulas, interrompe e incomoda os
colegas.
Ano 1978: Mandam o Jaime ir falar com o Director, e este dá-lhe uma bronca de
todo o tamanho. O Jaime volta à aula, senta-se em silêncio e não interrompe
mais.
Ano 2008: Administram ao Jaime umas valentes doses de Ritalin. O Jaime parece
um Zombie. A escola recebe um apoio financeiro por terem um aluno incapacitado.

Situação: O Luis parte o vidro dum carro do bairro dele. O pai caça um
cinto e espeta-lhe umas chicotadas com este.
Ano 1978: O Luis tem mais cuidado da próxima vez. Cresce normalmente, vai à
universidade e converte-se num homem de negócios bem sucedido.
Ano 2008: Prendem o pai do Luís por maus tratos a menores. Sem a figura
paterna, o Luís junta-se a um gang de rua. Os psicólogos convencem a sua
irmã que o pai abusava dela e metem-no na cadeia para sempre. A mãe do Luís
começa a namorar com o psicólogo. O programa da Fátima Lopes mantém durante
meses o caso em estudo, bem como o Você na TV do Manuel Luís Goucha.

Situação: O Zézinho cai enquanto praticava atletismo, arranha um joelho. A
sua professora Maria encontra-o sentado na berma da pista a chorar. Maria
abraça-o para o consolar.
Ano 1978: Passado pouco tempo, o Zézinho sente-se melhor e continua a correr.
Ano 2008: A Maria é acusada de perversão de menores e vai para o desemprego.
Confronta-se com 3 anos de prisão. O Zézinho passa 5 anos de terapia em
terapia. Os seus pais processam a escola por negligência e a Maria por trauma
emocional, ganhando ambos os processos. Maria, no desemprego e cheia de
dívidas suicida-se atirando-se de um prédio. Ao aterrar, cai em cima de um
carro, mas antes ainda parte com o corpo uma varanda. O dono do carro e do
apartamento processam os familiares da Maria por destruição de propriedade.
Ganham. A SIC e a TVI produzem um filme baseado neste caso.

Situação: Um menino branco e um menino negro andam à batatada por um ter
chamado ‘chocolate’ ao outro.
Ano 1978: Depois de uns socos esquivos, levantam-se e cada um para sua casa.
Amanhã são colegas.
Ano 2008: A TVI envia os seus melhores correspondentes. A SIC prepara uma
grande reportagem dessas com investigadores que passaram dias no colégio a
averiguar factos. Emitem-se programas documentários sobre jovens
problemáticos e ódio racial. A juventude Skinhead finge revolucionar-se a
respeito disto. O governo oferece um apartamento à família do miúdo negro.

Situação: Tens que fazer uma viagem.
Ano 1978: Viajas num avião de TAP, dão-te de comer, convidam-te a beber seja
o que for, tudo servido por hospedeiras de bordo espectaculares, num banco que
cabem dois como tu.
Ano 2008: Entras no avião a apertar o cinto nas calças, que te obrigaram a
tirar no controle. Enfiam-te num banco onde tens de respirar fundo para entrar
e espetas o cotovelo na boca do passageiro ao lado e se tiveres sede o
hospedeiro maricas apresenta-te um menu de bebidas com os preços inflacionados
150%, só porque sim. E não protestes muito pois quando aterrares enfiam-te o
dedo mais gordo do mundo pelo cú acima para ver se trazes drogas.

Situação: Disciplina escolar:
Ano 1978: Fazias uma asneira na sala de aula. O professor espetava duas putas
de duas lostras bem merecidas. Ao chegar a casa o teu pai dava-te mais duas
porque ‘alguma deves ter feito’
Ano 2008: Fazes uma asneira. O professor pede-te desculpa. O teu pai pede-te
desculpa e compra-te uma Playstation 3.

Situação: Chega o Outono
Ano 1978: Chega o dia de mudança de horário de Verão para Inverno. Não se
passa nada.
Ano 2008: Chega o dia de mudança de horário de Verão para Inverno. As
pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão e caganeira.

Situação: O fim das férias.
Ano 1978: Depois de passar 15 dias com a família atrelada numa caravana
puxada por um Fiat 600 pela costa de Portugal, Terminam as férias. No dia
seguinte vais trabalhar e ponto final.
Ano 2008: Depois de voltar de Cancún de uma viagem com tudo pago, Terminam as
férias. As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão, seborreia e
caganeira.

That´s all folks!

DESAFIO: Convidam-se os visitantes a colocarem, nos comentários a este post, novas situações que achem dignas do quadro de honra, com as devidas diferenças entre 1978 e 2008. No final será eleita a melhor, que terá honras de post à parte e em destaque!

Paulo Carvalho

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15 responses

29 06 2008
sara rosa

Eu Sara Rosa não consigo responder para ficar no quadro de honra e ficar num lugar de destaque, porque como “graças a Deus ” até sou anterior a 1978 ,não tenho palavras para dizer mais nada, eu vivi num tempo em que muitos dizem que era mau( mas pelos vistos afinal todos os tempos são maus) e teem vindo a piorar de que maneira e a realidade acima aqui o diz,eu tive a sorte de criar meus dois filhos num tempo de paz para os pais,pelo menos assim aconteceu com a minha familia,é pena em muitas coisas não se poder dizer (ó tempo volta para tráz).

29 06 2008
ilustre colega

Situação: A encarregada de educação de um aluno vai buscá-lo à escola à hora de almoço e o aluno está numa sala, sozinho, a realizar um jogo didáctico (a pedido do aluno).
Ano 1978: O aluno quer aprender e a mãe congratula-se com o facto. Além do mais, não anda no recreio com os alunos que tiveram furo, a fazer disparates.
Ano 2008: A encarregada de educação revolta-se porque considera que o filho está abandonado como um cão dentro de uma sala. Insulta as funcionárias e, segundo ela, as agentes educativas que lidam com o filho são umas cadelas.
Ano 2009: A encarregada de educação vai voltar a estudar. Para conseguir articular com a escola, a mãe vai ter que aprender a latir.
eh, eh, eh

29 06 2008
Safira

Tá genial, é mesmo a realidade….eheheheheheh Ai se os psicógos vissem isto! Perdiam a clientela…

Abraço!

Safira

29 06 2008
Vera Castanheira Nunes

Ora bem, deixem-me pensar.
1978, Cristina, 27 anos, professora há sete, mãe de dois filhos, de 5 e 3 anos, casada há 7, dá aulas em Lisboa, numa ex Escola Industrial com 4000 alunos de dia e 1000 de noite, desde o 1º dia que iniciou a profissão. Turmas de 3o a 40 alunos. Os Encarregados de Educação aparecem nas Reuniões e quando são convocados ou querem esclarecer dúvidas ou dar informações , algumas bastante esclarecedoras, sobre os filhos; casais divorciados, figuras da política, mães sós… Escola que ainda acolhia os meninos do Restelo e os dos bairros da Ajuda e outros. Período ainda quente do pós 25 de Abril. Alunos politicamente esclarecidos, bastantes meliantes à mistura, confrontos com pseudo e potenciais nazis, militantes do MRPP, do PCP, da Esquerda mais à esquerda.
Carnaval, um aluno “inocentemente” atira ácido para cima de um colega, o casaco de falso couro deixa de ser casaco. A Escola age, o menino é bem castigado, nenhum professor é agredido, o menino não foi decerto ao psicólogo. Nas aulas não se consentia propaganda política e nem pensar em símbolos nazis.Não iam de boné para as aulas. Quando se punha um aluno na rua, podia contestar, mas saía. A Cristina era uma miuda, ainda dizia “saia”, quando a paciência se esgotava- o que acontecia demasiadas vezes,na minha opinião. Nunca apareceram pais com facas ou a berrar insultos ou a chamar a televisão. Usavam batas, a Cristina também. Ainda. Tratava os alunos por senhor, ” João vá ao quadro, por favor, António, esteja calado “. Só após o estágio no ano seguinte, começou a tratar os alunos de dia por tu, e sem dúvida que a cumplicidade era maior. Quando faltava às aulas nocturnas, sentia-se mal, eles tinham, tal como ela, trabalhado durante o dia, tinham família, queriam na verdade quase todos completar os estudos. Nem tudo era bom, nem pensar. A Escola era uma miscelânea de classes sociais, de raças ( os chamados retornados eram de várias tonalidades), alguns do Restelo uns pedantes idiotas, os mais desfavorecidos dos Bairros Sociais eram tão bons ou tão maus como eles. Havia de tudo. A Escola não os temia, a Cristina também não.
2008, a Escola da Cristina de certo modo é uma escola sem grandes problemas. Por opção, a Cristina, efectiva em Lisboa há uns bons anos, foi para a Beira Interior. Os problemas com os alunos são insignificantes. No entanto há mães que berram, pais que ameaçam professores, alunos que mandam os professores à merda, professores com medo, professores que acham normal os alunos estarem de boné na aula “é o estilo deles”, alunos que ignoram as proibições, professores que não podendo ter uma sala para fumadores -dava mau exemplo- vão fumar para o portão, fora da escola, seguidos pelos alunos mais velhos. As tentativas de uniformizar o equipamento para Educação Física, são consideradas fascistas. Muitos professores tratam os alunos e pais por “você”, e vice- versa.A psicóloga que deve ter o dom da ubiquidade vai fazendo o que pode.A miséria material e humana, por vezes camuflada é muita. A Cristina há muitos anos que não manda sair os alunos da sala, a não ser para acalmarem e voltarem depois. Continua a não ter medo. Esperemos que para sempre. Não foi na conversa do Ministério e não vai ajudar a que poupem dinheiro à custa de uma reforma antecipada . Tem vários alunos -não todos este ano- em tratamento psiquiátrico e psicológico. Com uns é a super protecção, com outros a dureza da vida.
A primeira escola da Cristina com um grupo docente de excepção, tem hoje poucos alunos e os problemas desses jovens são terríveis. A escola de hoje e de há muitos anos da Cristina, é quase uma escola “santa” o já não se pode dizer da escola próxima do 2º ciclo, que tem turmas de pequenos bandidos defendidos por pais bandidos mesmo, de quem a G.N.R.. , dizem, tem medo.Dos pais e dos filhos.
Em 1978, um casal tinha um carro.
Em 2008, um casal tem dois carros, os filhos desde que sabem ler, um ou mais telemóveis.
Em 1978, a Cristina não vivia há muito à custa dos pais, que pertenciam e pertencem à classe intermédia entre a média e a média alta culta.
Em 2008, a adolescência vai pelo menos até aos trinta e os pais choram se os rebentos saem de casa.
Em 1978, a Cristina deu dois dos três 19 , a dois alunos do Restelo, dos bem educados.
Em 2000 a Cristina deu o seu, até agora único 20 e o 3º 19, numa vila da Beira Interior.
Em 1978, não se tomavam “coisas para activar o cérebro” por sistema. Nem se dava antidepressivos a jovens com 14, 15 16 anos … . Nem se dizia/insinuava tão frequentemente,” tens que ser melhor que os outros”, ( em vez de sê bom por ti próprio, por tua causa, sê feliz).
Em 1978, havia muita coisa má. Espancar, não é o mesmo que dar um estalo ou por vezes perder a cabeça.
Em 2008, a conversa de treta não leva a lado nenhum.
Em 1978, havia alunos que metiam medo ao medo. Alguns até devem ser professores ou, melhor ainda, estão no governo.
Em 2008, há quem tenha medo da própria sombra.
Em 1978 como em 2008, o medo, não duvidem, é o melhor chamariz para o professor se transformar no bombo da festa.

29 06 2008
pjrcarvalho70

Minha cara Vera:
Eu pretendia uns momentos de boa disposição, pois cheios de lamentos andamos todos e a depressão social generalizou-se. Mas a minha amiga escreveu muita coisa, e séria demais, para este «passatempo». O seu texto é de facto o paradigma da volta que esta sociedade deu em 30 anos… só 30 anos!

Tenho, no entanto, a esperança que isto não pode ir mais fundo, pois já lá bateu; um dia destes alguém vai acordar para esta realidade e dar um murro na mesa, como aliás já está a acontecer em alguns países como a Inglaterra.

Muito obrigado pelo contributo
PC

29 06 2008
pjrcarvalho70

E cá vai uma para o concurso (eh eh eh): mesmo para rir e descontrair, para combater o tédio!!!

Situação: as meninas têm de usar cuequinha.
1978: Quem quiser ver o rabiosque da menina, tem de arredar a cuequinha!
2008: Quem quiser ver a cuequinha tem de arredar o rabiosque da menina!!!

lolololololololololololololololololololololololololololololo

30 06 2008
Rui Peres

Lool, isso é muito mau de ser dito, oh Carvalho. Mas é a realidade actual. Gostei bastante do post.

30 06 2008
Zezé Camaro

Está de partir o côco ! Não há dúvida que os textos conseguem captar os ridículos “modern times” e uma flagrante escalada da estupidez que vivemos nesta Parvónia ! Mas tudo começou quando o Sócrates cometeu uma série de fraudes para tirar um curso superior ao domingo e depois fechou a universidade que lhe passou o diploma para não deixar vestígios.

30 06 2008
vera

Pois então, apanha esta!
1978- A minha Mãe dizia que as alunas (que já tinham queimado as batas) se vestiam melhor do que as professoras.
1978- As meninas estavam mais na onda do estilo gótico.
2008- As alunas vestem-se sensualmente sem dúvida muito melhor que qualquer professora.
2008- As alunas quase todas são lindas, têm umas barrigas lisas (que inveja…)
uns tops de morrer .
1978- Desde há pouco tempo as calças são autorizadas nas Escolas, para as meninas.
2008- As calças estão rasgadas nos pontos fulcrais, o que leva um jovem professor, farto dos comentários dos rapazes, a não autorizar as” vestidoras” das ditas calças, a irem ao quadro.

30 06 2008
vera

E ainda…
1978- Os professores, alguns fumavam nas aulas.
2008- Os professores são obrigados a sair da Escola para fumar (não fumo, mas detesto exageros).
1978- Os alunos não eram nenhuns santinhos.
2008- Os alunos não são nenhuns santinhos.
1978- Os rapazes não mostravam as/os slips.
2008- Os rapazes drags quando levantam os braços (às vezes não é preciso), mostram e com estilo, as boxers.
1978- As meninas não pirosas, não deixavam ver as alças do soutien ou não o usavam mesmo, e afinal não precisavam dele para nada.
2008- As meninas usam soutiens com as alças a contrastar com os tops.

30 06 2008
vera

E para terminar, a tua das cuequinhas, Paulo, está o máximo.
E de lamentos estou eu farta.
1978- Alunos e Professores ” Ainda é 2ª feira que seca! ”
1978- Alunos e Professores ” Que bom, enfim sábado!”
2oo8- Alunos e Professores ” Que seca, mais uma semana” ( 2ª feira)
2008- Alunos e Professores “Enfim 6ªfeira! ( não há aulas aos sábados )
Digamos que “houve aqui alguém que se enganou…” (… foi um sonho lindo que findou…)
Moi again
Adivinhem quem – eh! eh! eh!

1 07 2008
arturcarvalho

Situação: o preservativo
1978: mesmo entre homens de “barba rija” era um tabu. Entre a malta jovem, era mostrado como algo de fantástico…que prometia qualquer coisa.
2008: qualquer gandulo leva um para a escola e enche-o com se fosse um balão para andar a fazer chacota.

4 07 2008
vera c. s. castanheira nunes

Zezé, só agora prestei atenção ao teu comentário. Está porreiro, mas vê lá, não te atirem com um processo ou, sei lá, ainda levas um tiro. As verdades não se dizem, engolem-se.
Era só o que faltava!…
Abraço
Vera

4 07 2008
vera c. s. castanheira nunes

Preservativo múltiplas funções
Balão , 1978-2008, para crianças não nada informadas ou talvez muito pouco tudo informadas
Preservativos 1978: caros e não os davam nos centros de Saúde ( que de qualquer modo não existiam), os Pais muitas vezes estavam noutra, o/a meu anjo não se mete nessas coisas, é muito responsável. Etc,etc, etc
Preservativos 2008: caros mas são dados já em muitos centros de saúde.
Os Pais, digamos, sensatos e responsáveis ou ” vejam se não arranjam sarilhos, vão à 2ª gaveta do armário do canto e tirem os que quiserem”.-versão para meninos e meninas, pais e mães.Esses, aconselham os filhos.Mas o melhor é pedir que seja um irmão/irmã mais velho, uma tia mais nova, um amigo/a fiche dos Pais, a tratar do aconselhamento. Ah! ou um/a professor/a com fama de louco/a entre os colegas mas em quem os putos confiam.
1978-Meus deus…pedir ajuda dessa a um professor?…Só se fosse para se expulsar o professor/a ou o/a aluno/a. Bem, em 1978, já não se expulsava or isso. Enganei-me na década.
978/2008 : gravidezes indesejadas, penso que pouco mudou. O pensamento universal ” era preciso ter muito azar” ou “isso só acontece aos outros”, é eterno, acho que veio mesmo para ficar.
1978;: Sida?…O que é isso ? É uma doença dos “maricas”, não é’
2008: Pois, às vezes protejo-me, …Claro que estou informada/o. Mas por uma vez… Claro que nos protejemos, não somos parvos. Assim há de tudo, e lembrar o preservativo nunca é de mais .Embora o termo ” barba rija” tenha sido decerto usado metaforicamente, a verdade, é que literalmente há muito hpmem que não tem a tal barba rija e mesmo povos ,como os chineses, por exemplo que são praticamente imberbes.
Mas já estou a exagerar, não é?
1978 e anteriormente: preservativos ? Ná, camisinhas, talvez .
2008 preservativos ,sim
1978- (mto mais os anteriores) : a história, benfica, chica. -termos que sempre me pareceram estranhos e idiotas, não tinha sido educada com esses “termos”
2008. definitivamente menstruação e/ou período
Também estou farta, Artur, vou trabalhar mais um pouquinho.
Un abraço bem humorado
Vera

4 07 2008
maria josé alves covita leitao santos

querem então uma verdade pois aí vai.em2007no ultimo dia de aulas, no natal depois de uma conversa animada com o E E só lhe disse veja lá se tenho que lhe pedir desculpa por o seu filho me ter batido……mas há mais fica para outra vez. que festa é uma animação ai se não levarmos isto a rir onde íamos parar…..ao das tabuletas mesmo tendo passado os 50 ainda quero ver onde isto vai parar mas é para pior vos garanto.e bibam os prohfehssohreshhhh sorriam sorriam que faz bem.abraços

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